quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

O lixo da humanidade.

Volta as aulas, stress rotineiro, acordar cedo, passar fome. A escola me irrita, mas por um outro lado, é bom rever os amigos e conversar sobre coisa banais. Falar mal de pessoas nojentas, esculachar os alunos novos ou até socializar com eles. Acho legal o respeito que os calouros tem com os veteranos, não gosto de pessoas folgadas, aquelas que chegam chegando. É claro que sempre tem um ou outro, por isso esse começo de ano pra mim foi uma decepção. Com o numero absurdo de reprovações, achei que o "lixo" da minha classe seria finalmente colocado em seu devido lugar, mas não foi isso que aconteceu. Em parte sim, muitos inconvenientes foram embora, mas sempre sobra alguma coisa ruim. Ano passaso, quem reinava era o lixo, transformando a classe num verdadeiro lixão, mas esse ano promete uma grande melhora, as pessoas decentes são maioria, podendo assim, reprimir os restos de lixo. Gente folgada se espalha que nem noticia ruim. É como uma doença contagiosa, pega um, pega outro, e por ai vai, infectando todos a sua volta e reprimindo os aparentemente mais fracos. Gente folgada eu digo, aquela que sai chingando todo mundo sem conhecer, aqueles playboys que acham que são alguem pra reprimir os outros de tal forma que algumas pessoas chegam a desenvolver complexos de inferioridade. Pois é amigos, isso tem um nome, se chama bullying, e é crime. O bullying consiste em atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo sem escrúpulos ou grupo de indivíduos sem cérebro com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo incapaz de se defender. Bully, em inglês, significa valentão, ou seja, o lixo da humanidade, os playboys em questão. Bom remelentos, se quiserem ver um filme do gênero, eu recomendo "elephant". Um beijo para todos!

domingo, 27 de janeiro de 2008

x.x

Com sono, sem condições de postar.
Deixa pra outro dia.
Obrigada e volte sempre.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Brisa de gato

É algo extraordinário a minha aversão a gatos. Eu achava algo normal uma pessoa ser alérgica a felinos, mas hoje aconteceram coisas surreais, não só pelo fato do gato, mas por uma série de outros motivos. Primeiramente gostaria de contar o ocorrido com o felino em questão. Estavamos felizes e sorridentes em nosso role rotineiro, quando surge a brilhante idéia de assistir a um filme na casa de meu amor platônico, que possui um maldito gato em sua casa. Até esse ponto tudo corria bem, eu sabia que não podia com gatos, mas não sabia a que ponto ia chegar a minha alergia. Ao fim do filme, meus olhos já quase não abriam e eu já tinha expelido meu pulmão pelas narinas. Portanto, se você tiver um gato, mantenha-o bem longe de minha pessoa. Bom, o outro fato interessante foi o meu déjà vu, como se não bastasse um só, foram dois, mas não foi um déjà vu comum, foi algo fora do normal, como uma premonição, foi algo totalmente consciente. Primeiro, pensei ter visto a simpática e trabalhadora monitora do colégio virar a esquina, algo normal que acontece diariamente até pelo fato de ser uma cidade pequena. Ao pensar isso, depois de poucos segundos, passa a simpática monitora em sua bicicleta. Tudo bem, é normal, acontece uma vez, é só uma coincidência. Mais tarde, eu jurei ter visto e ouvido um garoto atrás de mim dizer "ah, eu vou no festival de rock". Contei isso para minha querida amiga bode, é claro, mas ela não acreditou, e disse que não tinha visto ninguém atrás de mim. Minutos depois o mesmo garoto aparece e começa a conversar com meus amigos remelentos e diz a seguinte frase já citada antes; "ah, eu vou no festival de rock". Nesse momento, a bode, totalmente espantada, ficou com medo de minhas premonições, assim como eu mesma fiquei. Quanto ao gato, fui zoada pelo resto do dia como a "mina da brisa de gato", recebendo orientações como "faz uma carrerinha de pelo e cheira" e otras cositas mas.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

"Uma simples ferramenta e a gente vê o mundo como em músicas"

Bom queridos remelentos, aqui estou depois de uma longa semana na praia, onde várias coisas me vieram à cabeça pra postar aqui nesse pacato blog onde poucas pessoas se dão ao luxo de comentar. Mas comentários não me interessam, me interessa expor aquilo que eu sinto e como eu me sinto sobre as coisas. Anteriormente postei a complexidade das coisas simples e meus pensamentos reflexivos, mas sinto que não consegui me explicar direito, então surgiu uma luz, um comentário nesse blog abandonado (a não ser pela minha amiga bode, fiel ao meu blog, que comenta em todos os posts), do meu querido melhor amigo Conrado (http://codyjoker.blogspot.com/), dizendo; "Uma simples ferramenta e a gente vê o mundo como em músicas". Pois é queridos remelentos, eu axei que essa frase maravilhosa merecia um post exclusivo, mas como tenho muitos pensamentos pra expor, deixo como homenagem o título, este breve comentário e a linda e sutil foto do pennywise.
Descobri também a arte de falar sozinha. Quando não se tem ninguém pra compartilhar seus pensamentos, eles fluem com mais suavidade, as coisas parecem mais claras, os argumentos são únicos, mas falta alguém pra compartilhar, então, você se pega falando sozinho, não diria sozinho, mas comprtilhando pensamentos consigo mesmo, é uma experiência única, por ser tão impertinente. Estava eu sentada à beira da praia quando chega uma simpática senhora fumando o seu cigarrinho. Ela senta ao meu lado e diz a seguinte frase tocante "Fumante é um bosta mesmo né? Fuma e depois não sabe onde jogar as bitucas, dai joga no chão e se arrepende". Realmente aquilo me fez pensar, fumar já é um hábito nojento, e os fumantes ainda poluem as praias, ruas, calçadas e avenidas com seu vício poluente que polui não só o meio ambiente como o ar e seus próprios pulmões. Não que eu tenha qualquer, digamos, "moral" pra falar alguma coisa dos fumantes, mas por não ter é que eu digo às pessoas que fumar é um hábito nojento.
Mudando de assunto, percebi que concordo com a questão da eutanásia. Certo dia na beira na piscina avistei uma formiga sem duas de suas pernas, ela tinha bastante dificuldade pra andar, era algo visível. Então pensei cá com meus sais; "Coitada, vô mata ela", e matei. Me senti orgulhosa da minha atitude, mas ao mesmo tempo pensei, será que ela queria morrer? Então remelentos, concordo com a eutanásia somente se for com o consentimento do paciente ou, obviamente, se o paciente sofrer de morte cerebral, não podendo assim fazer uma escolha. Mais uma vez, a foto do pennywise foi só algo bonitinho que veio a minha cabeça pra colocar, porque me lembra do meu amiguinho e também por falta de fotos. Ah, a respeito das ondas, surf e etc, foi algo um tanto proveitoso, quem sabe da próxima já não vou surfar no pico, hein?
Um beijo queridos remelentos, e voltem sempre!

Au Revoir!

sábado, 12 de janeiro de 2008

Combinação Mar-baleia.

Hoje é um dia especial, o dia em que eu fui forçada a ir à praia. Sendo assim, terei que abandonar vocês remelentos visitantes desse inútil blog. Mas, para infelicidade geral da nação, a partir do dia 21 vocês terão mais pensamentos inúteis e idéias nem tanto inovadoras postadas aqui.
Experiências surfisticas, experiências praianas, experiências de quase morte, e muitas outras. Como vocês podem ver ao lado, essa foi uma tentativa bem sucedida de surf em itamambuca com minha querida irmã bode. Essa semana pretendo aperfeiçoar minhas técnicas surfísticas, sob pressão, é claro. Não sei se havia dito a vocês a inca* que me dá a água do mar. O mar é maravilhoso, claro, as baleias também são. Mas a combinação Mar-baleia, é um problema. Sabe quando saimos do mar e fica aquele melado gostoso em nossos corpos? Pois é amigos, sinto lhes informar que aquilo são os maravilhosos e nojentos espermas de baleia. Portanto, quando vc se sentir um tanto quanto nojento, não se preocupe, são só espermas.

Vamos a la praia, ô, ô, ô, ô, ô.

Adeus meus queridos remelentos, e até dia 21!

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

A complexidade das coisas simples.

É claro que a primeira postagem é essencial logo após a criação do blog, mas, o que postar?
Simplesmente nada passa pela minha cabeça nesse momento, exatas 11:22 da manhã de uma sexta feira, 11 de janeiro
. Como prometido à minha querida amiga bode, vou comentar o quão complexas são as coisas aparentemente simples. O que você pensa ao olhar para uma poça d'água? Tantas coisas me vem à cabeça ao olhar para algo tão simples e tão complexo ao mesmo tempo. A imagem do céu e das nuvens refletida numa mera poça d'água, uma imensidão azul, maravilhosa e delicada, refletida em algo tão simples como um bocadinho de água empoçado nos desníveis da calçada. Então, os pensamentos se expandem, e me vem à cabeça a complexidade física daquela pequena poça, ali esquecida, de pouca importância devido à sua simplicidade. A luz refletida na água formando um espelho, um espelho natural, que é capaz de refletir as mais belas coisas, coisas comuns e cotidianas que para nós são de pouca importância, coisas comuns passam a ser indiferentes por serem simples e cotidianas.